Em um tempo em que carregamos o mundo inteiro no bolso, o peso invisível dos aplicativos esquecidos vai silenciosamente sufocando a memória dos nossos dispositivos. O celular lento não é apenas uma inconveniência técnica — é o reflexo de escolhas acumuladas, de curiosidades passageiras transformadas em dados persistentes. Revisar o que guardamos no aparelho é, em certa medida, um exercício de discernimento sobre o que realmente usamos e o que apenas acumulamos.