Quaest divulga pesquisa presidencial 2026 com 13 candidatos e cenários de segundo turno

O eleitorado ainda indefinido ou distribuído entre candidatos menores
Lula lidera com 39% e Flávio Bolsonaro com 30%, deixando espaço significativo para movimento eleitoral.
Mark

Por que a Quaest escolheu justamente esses quatro cenários de segundo turno e não outros?

Mimi

Porque a pesquisa anterior já indicava que Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Renan Santos e Romeu Zema eram os cinco nomes com maior penetração. Testar Lula contra cada um deles mostra como ele se comporta contra diferentes tipos de adversários — um bolsonarista, um conservador tradicional, um nome novo, um evangélico.

Mark

E os outros oito candidatos? Eles têm alguma chance real?

Mimi

A pesquisa os inclui porque estão formalizados, porque a lei exige, e porque em teoria qualquer um pode crescer. Mas os números anteriores sugerem que a maioria está muito abaixo do patamar de viabilidade. Alguns podem funcionar como catalisadores de voto em nichos específicos.

Mark

O que muda quando você pergunta sobre sentimentos em vez de apenas intenção de voto?

Mimi

Muda tudo. Alguém pode dizer que vota em um candidato por falta de opção, mas estar cheio de raiva. Outro pode estar esperançoso. Esses sentimentos predizem melhor como o voto pode flutuar nas últimas semanas.

Mark

A margem de erro de dois pontos — isso é grande ou pequeno?

Mimi

É padrão para pesquisas desse porte. Significa que se Lula aparece com 39%, ele pode estar entre 37% e 41%. Com Flávio em 30%, pode ser 28% a 32%. Quando dois candidatos estão próximos, a margem de erro importa muito.

Mark

Por que perguntar sobre inteligência artificial nas campanhas?

Mimi

Porque é novo, porque afeta como as mensagens chegam ao eleitor, e porque há preocupação legítima sobre desinformação. A Quaest está tentando entender se isso influencia como as pessoas pensam sobre os candidatos.

  • Lula lidera com 39% e Flávio Bolsonaro aparece em segundo com 30%, configurando uma disputa polarizada que deixa a maioria do eleitorado ainda em aberto.
  • Treze candidatos formalizados em convenções partidárias disputam atenção num cenário fragmentado, onde nomes como Caiado, Renan Santos e Zema tentam furar a bolha dos dois primeiros.
  • A Quaest testou quatro cenários de segundo turno — todos envolvendo Lula — sinalizando que o atual presidente é o eixo em torno do qual a eleição de 2026 deve girar.
  • Além das intenções de voto, a pesquisa sonda sentimentos como entusiasmo, raiva e desânimo, revelando que o instituto reconhece que emoção e razão caminham juntas nas urnas.
  • O uso de inteligência artificial nas campanhas e as principais preocupações do brasileiro entram no questionário, ampliando o retrato para além da simples disputa de percentuais.

A cada nova pesquisa eleitoral, o Brasil se debruça sobre si mesmo, tentando antecipar o que o voto coletivo ainda não decidiu. A Quaest, a pedido do Grupo Globo, mapeou em agosto de 2026 um campo presidencial com treze candidatos, revelando uma corrida ainda polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas longe de encerrada. Mais do que números, o levantamento busca capturar também o estado emocional do eleitorado — seus entusiasmos, suas raivas, seus silêncios —, reconhecendo que a política é, antes de tudo, uma experiência humana.

Na manhã de 14 de agosto de 2026, a Quaest divulgou mais um retrato da corrida presidencial brasileira. O levantamento, encomendado pelo Grupo Globo, ouviu 2.004 pessoas em entrevistas presenciais realizadas no início da semana, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro no TSE sob o número BR-06773/2026.

Os dados da sondagem anterior, de 5 de agosto, já indicavam o contorno da disputa: Lula na frente com 39% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 30%. Atrás deles, Renan Santos e Ronaldo Caiado marcavam 4% cada, e Romeu Zema aparecia com 2%. O restante do eleitorado se dividia entre candidatos menores ou permanecia indefinido.

O campo presidencial formalizado reúne treze nomes. Além dos cinco que lideram as pesquisas, figuram Clariana Barão, Edmilson Costa, Augusto Cury, Hertz Dias, Leonardo Avalanche, Rui Costa Pimenta, Samara Matins e Wilson Grassi — cada um representando uma legenda que cumpriu os requisitos legais para concorrer.

A Quaest testou quatro cenários de segundo turno: Lula contra Flávio Bolsonaro, contra Caiado, contra Renan Santos e contra Zema. A escolha reflete a avaliação do instituto sobre quem tem real chance de chegar ao confronto final, embora o comportamento do eleitorado nas próximas semanas ainda possa redesenhar esse mapa.

O questionário foi além dos números. Os entrevistados foram convidados a descrever seus sentimentos em relação aos candidatos — entusiasmo, esperança, tranquilidade, indiferença, desânimo, preocupação ou raiva. A pesquisa também mediu a avaliação do governo Lula, as principais preocupações dos brasileiros, o interesse pelas eleições e a percepção sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas. Um retrato que tenta capturar não apenas quem o eleitor vai votar, mas por que — e como se sente ao fazer essa escolha.

A Quaest apresentou nesta sexta-feira (14 de agosto) um novo retrato da disputa presidencial de 2026, mapeando o terreno eleitoral com 13 candidatos formalizados em convenções partidárias e quatro possíveis enfrentamentos de segundo turno. O levantamento, encomendado pelo Grupo Globo, repousa sobre 2.004 entrevistas presenciais realizadas entre segunda e quarta-feira da semana anterior, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Na sondagem anterior, divulgada em 5 de agosto, Lula mantinha a dianteira com 39% das intenções de voto no primeiro turno. Flávio Bolsonaro aparecia em segundo lugar com 30%. Os demais candidatos ficavam bem atrás: Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) marcavam 4% cada um, enquanto Romeu Zema (Novo) registrava 2%. O cenário sugeria uma corrida polarizada, com a maioria do eleitorado ainda indefinida ou distribuída entre candidatos menores.

O levantamento abrange a totalidade do campo presidencial formalizado. Além dos cinco nomes que lideram as intenções, a pesquisa inclui Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), o escritor Augusto Cury (Avante), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Matins (UP) e Wilson Grassi (Democrata). Cada um desses candidatos representa uma legenda que cumpriu os requisitos formais para disputar a eleição.

Os cenários de segundo turno testados pela Quaest refletem as combinações mais prováveis: Lula contra Flávio Bolsonaro, Lula contra Ronaldo Caiado, Lula contra Renan Santos e Lula contra Romeu Zema. A escolha desses confrontos sugere que o instituto considera esses quatro nomes como os principais competidores capazes de chegar a um eventual segundo turno, embora o resultado final dependa ainda de como o eleitorado se comportar nas próximas semanas.

Além de medir intenções de voto, o questionário da Quaest explora o terreno emocional da campanha. Os entrevistados foram perguntados sobre seus sentimentos em relação aos candidatos, com opções que incluem entusiasmo, esperança, tranquilidade, indiferença, desânimo, preocupação e raiva. Esse tipo de medição busca captar não apenas quem o eleitor pretende votar, mas como se sente em relação às suas opções.

O levantamento também toca em temas que estruturam o debate político atual. A pesquisa mede a avaliação do governo Lula, identifica qual é a principal preocupação do brasileiro neste momento, verifica o interesse das pessoas pelas eleições e sonda a percepção sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas. Esses dados complementam o quadro das intenções de voto e ajudam a entender o contexto em que a disputa presidencial se desenrola.

O registro da pesquisa junto ao Tribunal Superior Eleitoral recebeu o número BR-06773/2026, garantindo a rastreabilidade e conformidade com as exigências legais para levantamentos eleitorais. Com essa nova sondagem, o eleitorado e os analistas políticos ganham mais um ponto de referência para acompanhar como a corrida presidencial evolui rumo a 2026.

O questionário inclui perguntas sobre sentimentos dos eleitores em relação aos candidatos, como entusiasmo, esperança, tranquilidade, indiferença, desânimo, preocupação e raiva
— Quaest
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