Quaest aponta Cleitinho eleito no primeiro turno com 54% dos votos válidos

Cleitinho ultrapassa 50% e evita segundo turno
Levantamento Quaest mostra senador do Republicanos com 54% dos votos válidos, acima do necessário para vencer no primeiro turno.
Mark

Como uma pesquisa com margem de erro de dois pontos percentuais muda a leitura dessa vantagem de Cleitinho?

Mimi

Mesmo no pior cenário para ele — perdendo dois pontos — Cleitinho chegaria a 52%, ainda acima dos 50% necessários. A margem de erro não tira a solidez do resultado.

Luke

Mas vale notar que a pesquisa foi feita dois dias antes da divulgação. Muita coisa pode ter mudado entre 3 e 3 de outubro, quando o resultado saiu. Não sabemos o que aconteceu naquele fim de semana.

Mark

E esses 4% de indecisos — para onde podem ir?

Mimi

Em teoria, para qualquer candidato. Mas com Cleitinho tão à frente, mesmo que todos fossem para Patrus, não seria suficiente para mudar o resultado no primeiro turno.

Luke

Verdade, mas "indecisos" é uma categoria que pode ser enganosa. Alguns desses 4% podem estar apenas relutantes em dizer em quem votam.

Mark

O cenário de segundo turno mostra Cleitinho com 53% e Patrus com 22%. Por que a queda de Cleitinho é tão pequena?

Mimi

Porque no segundo turno, os votos dos outros candidatos precisam ir para algum lugar. Muitos eleitores de Kalil, Roscoe e dos demais provavelmente migram para Cleitinho, não para Patrus.

Luke

Isso é uma suposição da pesquisa, não uma certeza. A Quaest está estimando para onde vão esses votos, mas não há garantia. Polarizações podem funcionar de formas inesperadas.

Mark

Qual é a relevância de uma pesquisa feita tão perto da eleição?

Mimi

Ela funciona como um termômetro do momento. Mostra o estado da corrida dias antes do voto, quando as campanhas estão em fase final.

Luke

Mas também é importante lembrar que pesquisas não são previsões. Elas mostram intenção de voto em um dia específico. O que importa é o que acontece na urna.

  • Cleitinho Azevedo ultrapassa com folga o limiar de 50% necessário para a vitória no primeiro turno, tornando o pleito potencialmente uma formalidade antes de acontecer.
  • Patrus Ananias, com apenas 23%, e Alexandre Kalil, com 10%, não conseguem construir uma alternativa competitiva capaz de ameaçar a liderança do senador.
  • Mesmo em um hipotético segundo turno, Cleitinho manteria 53% contra 22% de Patrus, indicando que sua vantagem não é produto da fragmentação do voto.
  • Com apenas 4% de indecisos e 3% de brancos e nulos, o eleitorado mineiro já demonstra posicionamento definido — o que reduz o espaço para reviravolta nos meses que restam.

Em Minas Gerais, onde o poder sempre foi disputado com fervor, uma pesquisa Quaest divulgada em outubro de 2026 sugere que o senador Cleitinho Azevedo caminha para encerrar a corrida governamental antes mesmo do segundo turno. Com 54% dos votos válidos, ele representa, ao menos por ora, uma convergência rara do eleitorado mineiro em torno de uma única figura — fenômeno que, na história política do estado, costuma ser mais exceção do que regra.

Uma pesquisa Quaest realizada entre 2 e 3 de outubro de 2026 projeta o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) como governador de Minas Gerais já no primeiro turno. Com 54% dos votos válidos — acima do patamar de 50% mais um necessário para evitar o segundo turno —, o senador abre distância expressiva sobre seus adversários. Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo com 23%, e Alexandre Kalil, pelo PDT, em terceiro com 10%. Os demais candidatos somam parcelas modestas do eleitorado, sem penetração relevante.

O levantamento ouviu 3.204 eleitores mineiros, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. Mesmo nos cenários menos favoráveis dentro dessa margem, a liderança de Cleitinho permaneceria sólida. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026.

A Quaest também simulou um segundo turno entre Cleitinho e Patrus: o resultado seria de 53% a 22%, sugerindo que a vantagem do senador não depende da divisão do voto entre múltiplos candidatos. Com apenas 4% de indecisos e 3% de brancos e nulos, o eleitorado mineiro já demonstra posicionamento majoritariamente definido — o que estreita o horizonte de mudança no cenário eleitoral.

A pesquisa Quaest divulgada no sábado coloca o senador Cleitinho Azevedo com margem confortável para vencer a disputa pelo governo de Minas Gerais já no primeiro turno. O levantamento, realizado entre 2 e 3 de outubro, mostra Cleitinho com 54% das intenções de voto entre eleitores que pretendem votar em algum candidato — uma vantagem que ultrapassa o patamar de 50% mais um voto necessário para evitar um segundo turno.

O senador do Republicanos abre distância significativa sobre seus concorrentes. Patrus Ananias, do PT, aparece em segundo lugar com 23% das intenções de voto. Alexandre Kalil, pelo PDT, fica em terceiro com 10%. Os demais candidatos — Flávio Roscoe (PL) com 6%, Mateus Simões (PSD) com 4%, Gabriel (MDB) com 2%, e Ben Mendes (Missão) com 1% — não conseguem penetração relevante. Os candidatos de partidos menores registram 0% de intenção de voto.

O levantamento ouviu 3.204 eleitores mineiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Isso significa que, dentro dessa margem, os números podem variar, mas a liderança de Cleitinho permaneceria robusta mesmo em cenários menos favoráveis. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MG-06889/2026.

Além do cenário de primeiro turno, a Quaest também testou um possível segundo turno entre Cleitinho e Patrus. Nesse cenário, o senador do Republicanos manteria 53% das intenções de voto, enquanto Patrus chegaria a 22%. A diferença permaneceria substancial, sugerindo que a vantagem de Cleitinho não depende de fragmentação do voto entre múltiplos candidatos.

Os indecisos somam 4% do total de entrevistados. Votos brancos, nulos e eleitores que não souberam responder representam 3%. Esses números indicam que a maioria do eleitorado já tem posicionamento definido em relação à disputa estadual. A pesquisa trabalha com votos válidos — aqueles efetivamente dados a candidatos — excluindo brancos e nulos da base de cálculo, o que é o padrão para análise de intenção de voto em eleições.

Em um possível segundo turno, Cleitinho teria 53% e Patrus 22%
— Pesquisa Quaest
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