Em Bishkek, à margem de uma cúpula multilateral, Vladimir Putin reafirmou sua convicção de que a Rússia caminha para a vitória na Ucrânia — e fechou a porta para qualquer diálogo com líderes que classifica como terroristas. A declaração, carregada de certeza sem cronograma, revela menos sobre o campo de batalha e mais sobre a narrativa que Moscou escolheu para sustentar uma guerra que já ultrapassa dois anos de atrito.