Em São Paulo, o maior colégio eleitoral do Brasil, PT e PL já antecipam um tabuleiro simplificado: com a reeleição de Tarcísio de Freitas dada como certa, a disputa estadual se encerraria antes do segundo turno presidencial, deixando o campo aberto para uma batalha direta pelo Palácio do Planalto. Este movimento de antecipação estratégica revela como as grandes forças políticas brasileiras leem o território paulista não apenas como um estado, mas como o palco decisivo da democracia nacional.