Em meio à longa conversa humana sobre pertencimento e companhia, uma pesquisa com mais de quatro mil participantes lança luz sobre algo que muitos já intuíam: a forma como escolhemos nossos companheiros animais pode refletir, ainda que de modo tênue, como nos relacionamos com o mundo. O estudo, publicado na revista Anthrozoös, associa a preferência por gatos a menor extroversão e maior abertura a experiências — não como destino ou rótulo, mas como um eco suave de como certas pessoas encontram equilíbrio entre presença e silêncio. A ciência, aqui, não divide o mundo entre tímidos e sociáveis, m