Maringá atravessa agosto de 2026 com 32 mortes no trânsito — número que quase replica o total de todo o ano anterior e representa o pior mês em 19 anos. Por trás das estatísticas, a psicóloga Monica Prado enxerga não apenas infrações de trânsito, mas o reflexo de uma sociedade que confundiu urgência com direito e velocidade com liberdade. O volante, ela sugere, é onde a vida interior de cada motorista se torna consequência coletiva.
Psicóloga alerta: dirigir exige renúncias pela convivência coletiva
Maringá registra 32 mortes no trânsito em 2026, representando o maior número de óbitos em 19 anos na cidade.