Há uma tensão crescente entre a autoridade judicial e os limites do conhecimento científico verificável: tribunais em diversos países, incluindo o Brasil, têm condenado pessoas e empresas com base em modelos climáticos que, segundo críticos, são especulativos e que o próprio IPCC posteriormente revisou ou abandonou. O que está em jogo não é apenas uma disputa técnica sobre dados atmosféricos, mas uma questão filosófica mais profunda sobre a legitimidade de decisões irreversíveis fundadas em premissas que o tempo demonstrou serem frágeis. Quando a ciência que sustentou uma condenação é desacred
Pseudociência orientando a Justiça: onde estão os limites?
Agricultores e pessoas foram processadas por 'dano climático' com base em modelos científicos posteriormente desacreditados, causando prejuízos econômicos e legais sem evidências concretas de causalidade.