O Brasil chega às eleições de 2026 carregando o peso de uma geopolítica reconfigurada: entre Washington e Pequim, entre soberania e dependência, entre minerais que o mundo inteiro quer e um Estado que ainda decide como protegê-los. Qualquer que seja o próximo presidente, herdará não apenas uma agenda externa espinhosa, mas a tarefa de definir o lugar do Brasil num mundo que não aceita mais neutralidade confortável. As posições opostas de Lula e Flávio Bolsonaro revelam que a política externa, por décadas tratada como assunto de especialistas, tornou-se o coração do debate sobre que país o Bras
Próximo governo enfrentará relações tensas com Trump, big techs e disputa por minerais críticos
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