Em Brasília, o concurso público da Sedes DF reuniu milhares de candidatos em torno de 1.200 vagas no serviço público, mas a experiência deixou rastros de desconfiança: opiniões divididas sobre a qualidade da prova e críticas à sua condução revelam uma tensão antiga entre a promessa do concurso como porta de entrada justa e as fragilidades de sua execução. Enquanto autoridades confirmam números e políticos participam de aulões, são os candidatos — com seus gabaritos extraoficiais circulando — que carregam a pergunta mais urgente: em quem confiar antes que os resultados oficiais cheguem?