Em setembro, quando o país esperaria encontrar algum alívio no frescor das noites, Portugal defronta-se com um ciclo natural interrompido: as temperaturas não descem, a humidade não regressa, e os incêndios não adormecem. A Proteção Civil, sob o olhar atento de Carlos Mata, mantém o dispositivo de prontidão máxima, consciente de que combater o fogo nestas condições é combater também o próprio tempo — e que essa batalha se prolongará, pelo menos, até ao fim da semana.