Enquanto câmeras registravam a trajetória de um ex-presidente, documentos sigilosos revelavam outra história nos bastidores: a produtora responsável pelo filme sobre Bolsonaro pagou, entre agosto e novembro de 2025, mais de R$ 136 mil em faturas do cartão de crédito do deputado Mário Frias, roteirista e produtor-executivo da obra. O caso, exposto por quebra de sigilo autorizada pelo STF, insere-se numa teia mais ampla de suspeitas sobre desvio de emendas parlamentares e o papel de um banqueiro preso por fraude no financiamento do projeto. É o momento em que a arte e o poder se encontram sob a