Na Colômbia, um novo presidente escolheu a linguagem dos corpos para anunciar sua guerra ao narcotráfico — uma encenação do poder que ecoa estratégias de força já vistas em outras nações da região. Mas o Estado não fala com uma só voz: a Justiça colombiana, invocando a proteção de adolescentes recrutados por grupos armados, ordenou a suspensão dos bombardeios, lembrando ao executivo que a força tem limites inscritos na lei. O que se revela não é apenas um conflito tático, mas uma disputa mais profunda sobre o que significa governar um país marcado por décadas de violência interna.
Presidente colombiano exibe cadáveres em operação contra narcotráfico e guerrilha
Adolescentes estão envolvidos em acampamentos de guerrilha que são alvo de bombardeios, conforme ordem de suspensão judicial.