Em agosto de 2026, a Conitec emitiu recomendação favorável para incorporar o cabotegravir injetável ao SUS, abrindo caminho para uma nova forma de prevenção ao HIV no Brasil. O medicamento, aplicado a cada dois meses, mostrou eficácia significativamente superior à PrEP oral e foi pensado especialmente para quem enfrenta barreiras estruturais ao cuidado cotidiano. Mas a tecnologia, por si só, não resolve a pergunta mais antiga: como o sistema de saúde alcança quem vive nas margens?
PrEP injetável no SUS: populações vulneráveis serão prioridade nas primeiras doses
Pessoas em situação de vulnerabilidade ao HIV, incluindo população em situação de rua, enfrentam barreiras de acesso à prevenção que a nova tecnologia busca reduzir.