Em São Paulo, a tensão entre inovação tecnológica e responsabilidade pública ganhou mais um capítulo: a prefeitura formalizou o credenciamento da Uber Moto por imposição judicial, mas ergueu uma série de exigências técnicas e de segurança que, na prática, mantêm o serviço suspenso. Por trás dos documentos assinados e das atas de comitê, há 475 mortes de motociclistas em 2025 e uma batalha jurídica que já chegou ao Supremo — revelando que a questão não é apenas sobre aplicativos, mas sobre quem tem o poder de decidir como uma cidade cuida de seus cidadãos.
Prefeitura credencia Uber Moto, mas mantém serviço proibido até comprovação de exigências
Dados citados apontam 475 mortes de motociclistas no trânsito de São Paulo em 2025 e mais da metade dos acidentados sofrem paraplegia ou amputações.