Num exame de acesso a universidades americanas, a língua portuguesa emergiu como a mais representada entre 862 candidatos avaliados, superando o russo, o coreano e o árabe. O resultado não é apenas estatístico: é um sinal de que as comunidades lusófonas estão a orientar-se, com crescente determinação, para o ensino superior nos Estados Unidos. Na longa história das línguas como pontes entre culturas e oportunidades, o português parece estar a construir uma passagem cada vez mais larga em direção aos campi americanos.