Enquanto quinze nações europeias registam 877 infeções e 39 mortes pelo vírus do Nilo Ocidental em 2026, Portugal permanece, por ora, fora do mapa clínico da doença. O último caso humano no país data de 2015, no Algarve, mas a ausência de vítimas não apaga a presença silenciosa do vírus em zonas húmidas e em populações animais. A vigilância, exercida há décadas por instituições científicas portuguesas, lembra-nos que a fronteira entre a tranquilidade e o surto é frequentemente guardada não pela sorte, mas pela atenção contínua.
Portugal sem casos humanos de Nilo Ocidental, mas intensifica vigilância
39 mortes registadas na Europa entre 15 países, com Grécia e Itália a concentrarem a maioria das vítimas.