Em laboratórios, salas de diretoria e capitais ao redor do mundo, uma pergunta antiga ressurge com nova urgência: a inteligência artificial poderia, algum dia, ameaçar a continuidade da existência humana? O debate reúne vozes respeitadas da ciência, da tecnologia e da política, divididas entre aqueles que enxergam um risco existencial genuíno e aqueles que alertam para o perigo de confundir ansiedade tecnológica com evidência concreta. O que une ambos os lados é o reconhecimento de que a questão não pode mais ser deixada apenas para a ficção científica — ela exige atenção, pesquisa e governanç