Na tarde de uma terça-feira comum em Brasília, o silêncio institucional da Esplanada dos Ministérios foi interrompido por disparos — não contra um ser humano, mas contra uma máquina sem rosto pairando sobre o coração do poder. Enquanto o ministro Alexandre de Moraes presidia uma sessão no Supremo Tribunal Federal, seguranças abateram um drone não identificado em espaço aéreo restrito, devolvendo ao céu sua quietude, mas deixando no ar perguntas que a tecnologia, sozinha, não responde: quem enviou aquele olho mecânico, e por quê?