Em uma tarde de sábado no Recreio dos Bandeirantes, o que deveria ser uma celebração do conhecimento científico tornou-se um episódio de risco coletivo: durante uma Feira de Ciências, uma agulha compartilhada entre estudantes abriu uma ferida invisível — não apenas nos dedos perfurados, mas na confiança que une escola, família e comunidade. Vinte pessoas iniciaram protocolos preventivos, e a investigação policial que se seguiu lembra que a vigilância sobre o cuidado com o outro começa muito antes dos laboratórios.
Polícia investiga compartilhamento de agulha em Feira de Ciências no Rio
Vinte pessoas, incluindo estudantes, foram expostas ao compartilhamento de agulha contaminada e iniciaram protocolo de profilaxia pós-exposição.