No Rio de Janeiro, a tecnologia que um dia pareceu pertencer ao futuro tornou-se instrumento do presente mais violento: facções criminosas incorporaram drones às suas disputas territoriais, usando-os para vigiar, atacar e se defender. A Polícia Civil investiga 18 ataques documentados, enquanto as denúncias cresceram 234% em um ano — um ritmo que o Estado, preso em licitações canceladas e burocracia lenta, ainda não consegue acompanhar. O céu do Rio passou a ser mais um campo de batalha numa guerra que não para de se reinventar.
Polícia investiga 18 ataques com drones de facções criminosas no Rio
Ataques com drones lançando explosivos resultam em ferimentos e mortes entre membros de facções criminosas em disputas territoriais no Rio.