No Jardim São Francisco, em Santa Bárbara d'Oeste, uma mãe encontrou o filho morto no sofá de sua própria casa — um fim silencioso para uma vida de 31 anos, encerrada enquanto ele dormia. A Polícia Civil identificou um vizinho de rua como suspeito, homem com histórico de violência que partilhou bebidas com a vítima na noite do crime e depois desapareceu levando pertences da casa. O caso nos lembra que a violência muitas vezes habita a proximidade — a mesma rua, o mesmo círculo — e que a busca por justiça começa, frequentemente, com o silêncio perturbador de uma porta aberta.
Polícia identifica suspeito de matar homem degolado em Santa Bárbara
Encontrado no sofá com a cabeça parcialmente degolada
Por que a polícia acredita que ele estava dormindo quando foi atacado?
Os investigadores analisaram a posição do corpo no sofá e as circunstâncias do local. Tudo apontava para alguém que não viu o ataque chegando.
Mas isso é uma dedução, certo? Não há testemunha ocular do momento do crime.
Exato. É o que a evidência física sugere, mas não é confirmado.
E quanto aos itens roubados — isso prova que foi latrocínio?
A família informou à polícia que faltavam perfumes, cremes e o celular. Isso, combinado com a morte, caracteriza o latrocínio.
Mas quem confirmou que esses itens realmente desapareceram naquela noite? Ou é só o relato da família?
É o relato da família. A polícia está investigando, mas ainda não temos confirmação de onde esses itens foram encontrados.
Ele tem histórico de violência?
Sim. Tentou matar sua companheira e enteado em ocasiões anteriores. Também tem passagem por furto.
Então há um padrão de escalação — de tentativa de homicídio para homicídio consumado?
É o que os dados sugerem, mas a polícia ainda está investigando a motivação específica deste crime.
O Pulso
- Uma mãe encontrou o filho com a cabeça parcialmente degolada no sofá de casa, ao lado de uma faca — a brutalidade do crime contrasta com a intimidade do ambiente doméstico.
- O suspeito, vizinho e conhecido da vítima, estava com ela bebendo na noite do crime e desapareceu logo depois, levando perfumes, cremes, celular e as chaves do imóvel.
- José Maria Pinheiro dos Santos já responde por tentativa de homicídio contra a própria companheira e enteado, o que aprofunda a preocupação com sua periculosidade enquanto permanece foragido.
- A Justiça decretou mandado de prisão temporária em 19 de novembro, mas o suspeito segue desaparecido, e a investigação avança com oitivas de testemunhas e pessoas próximas à vítima.
- A Polícia Civil divulgou a foto do suspeito e pede que qualquer informação sobre seu paradeiro seja comunicada pelo 181 ou pelo telefone 3455-2399 do 3º Distrito Policial.
No Jardim São Francisco, em Santa Bárbara d'Oeste, uma mãe encontrou o filho morto no sofá de sua própria casa — um fim silencioso para uma vida de 31 anos, encerrada enquanto ele dormia. A Polícia Civil identificou um vizinho de rua como suspeito, homem com histórico de violência que partilhou bebidas com a vítima na noite do crime e depois desapareceu levando pertences da casa. O caso nos lembra que a violência muitas vezes habita a proximidade — a mesma rua, o mesmo círculo — e que a busca por justiça começa, frequentemente, com o silêncio perturbador de uma porta aberta.
No início de novembro, a mãe de Luiz Fernando de Oliveira Siqueira, 31 anos, entrou na casa do filho no Jardim São Francisco, em Santa Bárbara d'Oeste, e se deparou com uma cena irreversível: ele estava no sofá, com ferimentos graves no pescoço e uma faca ao lado do corpo. Tudo indicava que havia sido morto enquanto dormia.
As investigações do 3º Distrito Policial apontaram rapidamente para José Maria Pinheiro dos Santos, também de 31 anos, morador da mesma rua. Testemunhas confirmaram que os dois estavam juntos consumindo bebidas alcoólicas na noite do crime. Depois, itens sumiram da casa: perfumes nacionais e importados, cremes corporais, o celular da vítima e um molho de chaves. A polícia classifica o caso como latrocínio — roubo seguido de morte.
O suspeito não é desconhecido do sistema de justiça: ele já responde por tentativa de homicídio contra sua companheira e enteado, além de um furto anterior. A Justiça decretou mandado de prisão temporária em 19 de novembro, mas José Maria permanece foragido. O delegado Gabriel Fagundes de Toledo Netto conduz a investigação, ouvindo testemunhas para reconstruir a motivação e as circunstâncias do crime.
A Polícia Civil divulgou a imagem do suspeito e solicita que qualquer informação sobre seu paradeiro seja repassada pelo número 181 ou diretamente ao 3º Distrito Policial, pelo telefone 3455-2399.
No início de novembro, a mãe de Luiz Fernando de Oliveira Siqueira entrou na casa do filho no Jardim São Francisco, em Santa Bárbara d'Oeste, e o encontrou no sofá com a cabeça parcialmente degolada. Ao lado do corpo, havia uma faca. A vítima tinha 31 anos.
A Polícia Civil do 3º Distrito Policial identificou o suspeito como José Maria Pinheiro dos Santos, também com 31 anos, que morava na mesma rua e conhecia a vítima. Os investigadores classificam o crime como latrocínio — roubo seguido de morte. Um mandado de prisão temporária foi decretado pela Justiça na terça-feira, 19 de novembro, mas o suspeito permanece foragido.
Segundo os policiais que trabalham no caso, Flávio Roberto Caetano e Marcos Machado, a posição e as circunstâncias do corpo sugerem que Luiz Fernando foi morto enquanto dormia. Na noite do crime, testemunhas viram o suspeito consumindo bebidas alcóolicas com a vítima. Depois, itens desapareceram da casa: frascos de perfume nacionais e importados, três cremes corporais, o celular da vítima e um molho de chaves do imóvel.
José Maria Pinheiro dos Santos tem antecedentes criminais. Ele responde por tentativa de homicídio contra sua companheira e enteado, além de um furto anterior. O delegado Gabriel Fagundes de Toledo Netto está à frente da investigação, ouvindo testemunhas e pessoas próximas à vítima para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.
A Polícia Civil divulgou a foto do suspeito e pede informações sobre seu paradeiro. Qualquer pessoa que tenha dados sobre a localização de José Maria Pinheiro dos Santos pode ligar para o 181 ou entrar em contato direto com o 3º Distrito Policial pelo telefone 3455-2399.
Citações Notáveis
Pela posição e circunstâncias da localização do corpo, consideramos a possibilidade de que a vítima foi morta enquanto dormia— Flávio Roberto Caetano, investigador do caso