Em São Paulo, uma investigação sobre o possível desvio de dinheiro público para financiar um filme biográfico de Jair Bolsonaro revelou, nos seus primeiros seis meses, mais sobre os limites da ação policial do que sobre os fatos investigados. A Polícia Civil excluiu deliberadamente a produtora do filme de suas buscas financeiras, mesmo diante de indícios de que ela e o instituto que recebeu R$ 69 milhões da prefeitura compartilhavam sede, executiva e, talvez, destino para os recursos. O Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o impasse, avocou o inquérito em setembro — sinalizando que certas pe