No aniversário da Independência, a Avenida Paulista tornou-se palco de uma tensão que atravessa o Brasil contemporâneo: a Polícia Militar dispersou com gás lacrimogêneo manifestantes contrários a Flávio Bolsonaro, enquanto o espaço público era dividido entre grupos de convicções opostas. A intervenção, justificada pelo Estado como medida preventiva ao confronto, levanta questões perenes sobre os limites entre a ordem e o direito de protestar — e sobre quem, afinal, o aparato de segurança escolhe conter.
PM usa gás lacrimogêneo contra manifestantes na Avenida Paulista em ato de 7 de Setembro
Manifestantes foram dispersos com gás lacrimogêneo; um homem foi preso durante tentativa de populares impedirem ação policial.