Enquanto a administração Trump acelera acordos petrolíferos com a Venezuela por meio de bilionários investigados nos Estados Unidos e com a participação incomum do Pentágono, ressurge na América Latina um padrão histórico que a região conhece de memória: a intervenção econômica americana vestida com roupas de transação comercial. A líder oposicionista María Corina já ergueu a voz contra os acordos, reconhecendo no gesto não apenas uma ameaça tática, mas a repetição de um roteiro que, ao longo de décadas, prometeu prosperidade e entregou cicatrizes. A pressa em fechar negócios antes de possívei