No Brasil de 2026, o dinheiro que flui para o Senado não é apenas recurso eleitoral — é declaração de intenção política. O PL de Bolsonaro investiu R$ 91,6 milhões em 30 candidatos espalhados por 24 estados, quase o dobro do que o PT mobilizou, numa estratégia que revela o Senado como campo de batalha central para o futuro do ex-presidente e de sua relação com o Supremo Tribunal Federal. Por trás dos números, uma aritmética de poder: 54 votos que podem abrir ou fechar processos de impeachment de ministros, e uma família inteira lançada como peças no tabuleiro.