PL elege 19 senadores e forma maior bancada do Senado com 28 parlamentares

O PL chegará a 28 senadores, quase o dobro do que tinha antes
O partido elegeu 19 novos senadores nas eleições de 2026 e consolidou a maior bancada do Senado Federal.
Mark

Como o PL conseguiu ampliar tanto sua presença no Senado?

Mimi

O partido elegeu 19 novos senadores e chegará a 28 no total — quase o dobro do que tinha antes. Isso mostra uma penetração geográfica forte, com dois senadores eleitos em cinco estados diferentes.

Luke

Mas precisamos ser claros: o PL já tinha 15 senadores. Então a expansão real é de 13 cadeiras, não 19. Os 19 são os novos eleitos.

Mark

E o PT, como ficou?

Mimi

O PT manteve 9 senadores, mas sofreu derrotas que doem. Benedita da Silva liderava as pesquisas no Rio de Janeiro e não conseguiu nenhuma vaga. Gleisi Hoffmann também ficou de fora no Paraná.

Luke

Importante notar que o PT elegeu 6 senadores novos, então também teve ganhos. O problema é que esperava mais em estados específicos.

Mark

Qual é a importância disso para o governo?

Mimi

Uma bancada grande no Senado significa poder para bloquear ou aprovar projetos. O PL agora tem quase três vezes mais senadores que o PT.

Luke

Verdade, mas o Senado tem 81 cadeiras. O PL com 28 ainda precisa de alianças para qualquer coisa. O MDB com 8, Republicanos e PP com 6 cada — esses números importam para quem governa.

Mark

E na Câmara, como está?

Mimi

A expectativa é que o PL forme a maior bancada lá também. Mas os números ainda não estão fechados porque a Câmara funciona diferente — sistema proporcional, turno único.

Luke

Exato. Todos os 513 deputados foram eleitos em 4 de outubro e tomam posse em fevereiro. Vamos saber a composição exata quando os partidos definirem suas bancadas.

  • O PL saltou de 15 para 28 senadores, tornando-se a maior bancada da Casa Alta e sinalizando uma virada conservadora de proporções históricas no Legislativo brasileiro.
  • O PT manteve seus 9 senadores no total, mas o número esconde derrotas dolorosas: Benedita da Silva liderava pesquisas no Rio de Janeiro e ficou fora; Gleisi Hoffmann aparecia em segundo no Paraná e também não se elegeu.
  • O PL demonstrou capilaridade geográfica ao eleger duplas em cinco estados distintos, de Santa Catarina ao Distrito Federal, enquanto o PT só conseguiu eleger dois senadores em um único estado, a Bahia.
  • Aliados bolsonaristas de outros partidos, como Marcel Van Hattem (Novo) e Guilherme Derrite (PP), reforçam a base de apoio do PL mesmo fora de sua própria sigla, ampliando sua influência real no Senado.
  • A expectativa agora se volta para a Câmara dos Deputados, onde o PL também deve formar a maior bancada, consolidando um domínio legislativo que redesenha o cenário político até 2031.

Nas eleições de outubro de 2026, o PL emergiu como a força legislativa mais expressiva do Brasil, elegendo 19 senadores e projetando uma bancada de 28 parlamentares na Casa Alta a partir de fevereiro de 2027. O resultado reconfigurou o equilíbrio de poder no Senado Federal, deixando o PT — partido do presidente Lula — em segundo lugar com apenas 9 senadores, apesar de ter elegido 6 novos nomes. O que se desenha não é apenas uma vitória eleitoral pontual, mas uma reorganização estrutural das forças que moldarão o Congresso Nacional pelos próximos anos.

O PL saiu das eleições de 2026 como o grande vencedor do Senado Federal. Com 19 novos senadores eleitos, o partido chegará a 28 parlamentares na Casa Alta quando a nova legislatura começar em fevereiro de 2027 — um salto expressivo em relação aos 15 que ocupavam cadeiras até então. A sigla de Flávio Bolsonaro consolidou a maior bancada do Senado, deixando o PT em segundo lugar com apenas 9 senadores.

O PT elegeu 6 senadores em outubro, mantendo o mesmo total que já tinha, mas o resultado carrega frustrações estratégicas. No Rio de Janeiro, Benedita da Silva liderava as pesquisas e não conquistou nenhuma das vagas em disputa. No Paraná, Gleisi Hoffmann aparecia em segundo lugar em várias sondagens e também ficou de fora. O partido conseguiu eleger dois senadores apenas na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner.

O PL, por sua vez, mostrou força distribuída pelo país, elegendo duplas em cinco estados: Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. Aliados bolsonaristas de outras legendas, como Marcel Van Hattem (Novo) no Rio Grande do Sul e Guilherme Derrite (PP) em São Paulo, reforçam ainda mais sua base de influência na Casa.

O MDB ficou em terceiro lugar com 8 senadores, seguido por Republicanos e PP com 6 cada. O cenário aponta agora para a Câmara dos Deputados, onde o PL também deve formar a maior bancada, consolidando sua posição como força dominante no Congresso Nacional até 2031.

O PL saiu das eleições de 2026 com uma vitória clara no Senado Federal. O partido elegeu 19 novos senadores e chegará a 28 parlamentares quando a nova legislatura começar em fevereiro de 2027 — uma expansão significativa em relação aos 15 que ocupam cadeiras atualmente. A sigla de Flávio Bolsonaro consolidou a maior bancada da Casa Alta, deixando o PT em segundo lugar com apenas 9 senadores.

O PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, elegeu 6 senadores nas eleições de outubro, mantendo o mesmo número total que tinha antes — 9 parlamentares. Esse resultado, porém, mascara frustrações estratégicas. O partido esperava ganhar terreno em estados onde tinha cálculos positivos e não conseguiu. No Rio de Janeiro, a deputada Benedita da Silva liderava as pesquisas eleitorais para uma das duas vagas em disputa, mas não conquistou nenhuma delas. No Paraná, a ex-ministra Gleisi Hoffmann aparecia em segundo lugar em várias sondagens e também ficou de fora da disputa por uma segunda cadeira.

O PL demonstrou força distribuída geograficamente. O partido elegeu dois senadores em cinco estados diferentes: Distrito Federal (Michelle Bolsonaro e Bia Kicis), Mato Grosso do Sul (Reinaldo Azambuja e Capitão Contar), Rio de Janeiro (Carlos Jordy e Carlos Portinho), Rondônia (Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid) e Santa Catarina (Carlos Bolsonaro e Carol de Toni). O PT conseguiu eleger dois senadores apenas na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner.

Além de sua própria bancada, o PL também construiu alianças importantes que reforçam sua posição no Congresso. Marcel Van Hattem, do Novo, venceu no Rio Grande do Sul, e Guilherme Derrite, do PP, conquistou uma cadeira em São Paulo. Ambos são considerados apoiadores da base bolsonarista na Casa.

O cenário no Senado reflete uma reconfiguração mais ampla do poder legislativo. O MDB ficou em terceiro lugar com 8 senadores, seguido por Republicanos e PP com 6 cada um. União e PSD têm 5 senadores cada, enquanto PSB tem 4. Novo, Podemos e PSDB dividem as cadeiras restantes, com Rede, PDT e um senador sem partido completando a composição da Casa Alta.

Os 513 deputados federais eleitos em 4 de outubro tomarão posse em 1º de fevereiro de 2027 e cumprem mandato de quatro anos até 31 de janeiro de 2031. Diferentemente das eleições para presidente e governadores, não há segundo turno para deputados — eles são eleitos pelo sistema proporcional em turno único, com as vagas distribuídas entre os partidos conforme o número de votos que cada legenda recebe. A renovação da Câmara é integral, com todas as cadeiras em disputa. A expectativa agora é que o PL forme também a maior bancada na Câmara dos Deputados, consolidando sua posição como força dominante no Congresso Nacional.

O PL conseguiu ampliar bancada na Casa Alta e terá a maior parte dos congressistas
— CNN Brasil
Möchten Sie die ganze Geschichte? Das Original lesen bei CNN Brasil ↗
Kontakt FAQ