Em um momento em que a inteligência artificial permeia decisões médicas, financeiras e cotidianas, uma das vozes mais experientes da história tecnológica adverte que a humanidade perdeu o passo com aquilo que ela mesma criou. O progresso técnico avança em velocidade que reguladores, legisladores e pesquisadores não conseguem acompanhar, abrindo uma lacuna perigosa entre o que é possível e o que é seguro. A advertência não é ficção científica — é o reconhecimento sóbrio de que as estruturas de governança precisam ser construídas agora, enquanto ainda há margem para escolha.