Piloto indiano é retirado após ser esfaqueado por copiloto em voo Flydubai

Piloto indiano Smit Machchhar foi gravemente ferido por esfaqueamento; passageiros relataram terror extremo durante queda livre da aeronave.
Eu tinha certeza de que ia morrer
Passageira descreve o momento em que a aeronave começou a cair em queda livre durante o ataque do copiloto.
Mark

Como é possível que um copiloto consiga esfaquear o capitão na cabine? Não existem protocolos de segurança para isso?

Mimi

Existem, mas a cabine é um espaço fechado onde duas pessoas trabalham lado a lado por horas. O copiloto tinha acesso aos mesmos controles, estava ali confiado. Ninguém esperava um ataque vindo de dentro.

Luke

A gente sabe mesmo que ele tentava derrubar o avião? Ou é só o que as autoridades estão dizendo agora?

Mimi

Os dados de rastreamento mostram a queda livre, o código 7500 foi acionado. Mas a motivação exata, se era terrorismo ou algo pessoal, ainda está sendo investigada.

Mark

E os passageiros conseguiram realmente recuperar o controle?

Mimi

Yaniv Hayoun entrou na cabine, conteve o atacante e ajudou a estabilizar a aeronave. Um dentista amarrou o atacante com cabos. Foram ações rápidas que provavelmente salvaram todos a bordo.

Luke

Mas quanto tempo levou? Quanto tempo a aeronave ficou em queda livre antes de alguém conseguir fazer algo?

Mimi

Os dados mostram que desceu 5 mil quilômetros em menos de dois minutos. O chamado de socorro foi às 8h31. Não sabemos exatamente quando a invasão da cabine aconteceu.

Mark

E o piloto? Ele vai se recuperar?

Mimi

Ele foi transportado para Abu Dhabi para tratamento. Imagens dele foram divulgadas, mas não há informações sobre o estado exato de sua recuperação.

Luke

Então ainda há muitas perguntas sem resposta sobre o que realmente motivou o copiloto a fazer isso.

Mimi

Exatamente. As autoridades estão investigando a possibilidade de um ataque terrorista, mas até agora nada foi confirmado.

  • O copiloto atacou o capitão com uma faca dentro da cabine de comando, deixando-o gravemente ferido e a aeronave em queda livre — descendo 5 mil metros em menos de dois minutos.
  • Passageiros viveram terror absoluto: o avião girava, crianças choravam, e ninguém sabia se pousariam em território inimigo ou no deserto.
  • Yaniv Hayoun invadiu a cabine, imobilizou o atacante com uma gravata e assumiu os controles para estabilizar a aeronave, enquanto outros passageiros ajudavam a contê-lo.
  • O Dr. Shota Musaev amarrou o agressor com cabos e abraçadeiras plásticas e passou a socorrer o piloto ferido, transformando a cabine em improvisada zona de triagem.
  • O capitão Machchhar foi evacuado de helicóptero para Abu Dhabi, onde segue em tratamento; autoridades do Oriente Médio investigam a motivação do ataque e avaliam hipótese de terrorismo.

A 35 mil pés de altitude, entre Dubai e Tel Aviv, o que deveria ser uma travessia rotineira tornou-se um confronto brutal entre a destruição e a sobrevivência. Na manhã de 30 de setembro, o copiloto do voo FZ1073 da Flydubai esfaqueou gravemente o capitão Smit Machchhar e tentou derrubar a aeronave — mas passageiros comuns, movidos por instinto e coragem, intervieram e impediram o colapso. O incidente, agora investigado como possível ataque terrorista, lembra que a linha entre o caos e a ordem pode depender, às vezes, de gestos humanos inesperados.

Na manhã de 30 de setembro, o voo FZ1073 da Flydubai havia decolado de Dubai às 6h05 rumo a Tel Aviv quando, cerca de duas horas depois, o copiloto esfaqueou gravemente o capitão Smit Machchhar dentro da cabine de comando. Os dados de rastreamento mostraram a aeronave perdendo altitude a uma velocidade alarmante e fazendo uma curva abrupta para o norte. Às 8h31, o voo emitiu um chamado de socorro; minutos depois, acionou o código 7500 — o sinal internacional de sequestro.

A bordo, o pânico tomou conta. Passageiros descreveram a sensação de queda livre, o avião girando, crianças em desespero. Mika Bauman disse à CNN que tinha certeza de que morreria. Assaf Rajuan lembrou do deserto abaixo e do medo de pousar em território hostil.

Mas nem todos cederam ao terror. Yaniv Hayoun forçou a entrada na cabine, imobilizou o atacante com uma gravata e, com ajuda de outros, assumiu os controles para recuperar a estabilidade da aeronave. O dentista Dr. Shota Musaev amarrou o agressor com cabos de fone de ouvido e abraçadeiras plásticas antes de se voltar para socorrer o piloto ferido.

Smit Machchhar foi transportado de helicóptero da Arábia Saudita para Abu Dhabi, onde segue em tratamento. As autoridades do Oriente Médio investigam o episódio como possível ataque terrorista, mas a motivação exata do copiloto ainda não foi esclarecida. O que era um voo comum tornou-se um teste extremo da coragem humana a altitude de cruzeiro.

Na quarta-feira, 30 de setembro, o capitão Smit Machchhar estava na cabine de comando do voo FZ1073 da Flydubai quando seu copiloto o esfaqueou gravemente. A aeronave havia decolado de Dubai às 6h05 da manhã, rumo a Tel Aviv, com centenas de passageiros a bordo. Cerca de duas horas depois, algo mudou. Os dados de rastreamento de voo mostram que a aeronave começou a perder altitude rapidamente — desceu 5 mil quilômetros em menos de dois minutos — e fez uma curva acentuada para o norte. Às 8h31, o voo emitiu um chamado de socorro. Minutos depois, acionou o código 7500, o sinal internacional de sequestro de aeronave.

Os passageiros viveram momentos de puro terror. Mika Bauman descreveu a sensação de o avião cair completamente e começar a girar enquanto todos gritavam e crianças choravam. "Eu tinha certeza de que ia morrer", disse ela à CNN. Assaf Rajuan lembrou do deserto abaixo deles, da incerteza sobre para onde seriam levados, do medo de pousar em território inimigo. Ninguém sabia em quem confiar.

Mas alguns passageiros não ficaram paralisados pelo medo. Yaniv Hayoun invadiu a cabine e conseguiu imobilizar o atacante usando uma gravata, arrastando-o para fora com ajuda de outros passageiros. Hayoun então assumiu os controles da aeronave para ajudar a recuperar a estabilidade. O Dr. Shota Musaev, dentista que estava a bordo, amarrou o atacante com cabos de fone de ouvido e abraçadeiras plásticas. Depois começou a socorrer o piloto ferido.

Smit Machchhar foi transportado de helicóptero da Arábia Saudita para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, onde continuou recebendo tratamento médico. Imagens suas foram divulgadas na quinta-feira, um dia após o incidente. O copiloto, segundo as autoridades, teria tentado provocar a queda da aeronave — mas as circunstâncias exatas e a motivação por trás do ataque ainda estão sendo investigadas pelas autoridades do Oriente Médio, que consideram a possibilidade de um ataque terrorista.

O que começou como um voo de rotina entre Dubai e Tel Aviv se transformou em uma luta pela sobrevivência a 35 mil pés de altitude, onde passageiros comuns se tornaram heróis e a diferença entre a vida e a morte dependeu de segundos e de coragem.

A gente simplesmente sentiu o avião cair completamente e começar a girar um pouco, e todo mundo estava gritando, havia crianças chorando
— Mika Bauman, passageira
Só havia deserto abaixo de nós; temíamos ser levados a um país inimigo ou pousar no meio do deserto
— Assaf Rajuan, passageiro
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