Piauí facilita emissão gratuita da Carteira de Identidade Nacional Digital

Qualquer certidão serve, desde que legível e autenticada
A flexibilização permite usar documentos de qualquer data, removendo barreira burocrática para acesso à identidade digital.
Mark

Por que o Piauí decidiu aceitar certidões antigas agora? Isso não cria um risco de segurança?

Mimi

A resolução reconhece que muitas pessoas têm certidões antigas mas perfeitamente válidas. O documento ainda precisa estar legível, autenticado e em bom estado — não é qualquer papel. A segurança vem da autenticação e da integração com o CPF, não da data da certidão.

Luke

Mas quem verifica se a certidão está realmente autenticada? Isso fica a cargo de quem emite a CIN? E como o estado garante que documentos de trinta anos atrás ainda correspondem aos dados atuais da pessoa?

Mark

O Piauí lidera o país em emissão de CIN. O que isso significa na prática?

Mimi

Significa que o estado começou antes dos outros e já tem experiência. A meta é que cem por cento da população tenha o documento até 2026 — é um compromisso ambicioso.

Luke

Mas qual é a taxa atual de emissão? Quantas pessoas já têm a CIN no Piauí? Se o estado lidera, qual é o número absoluto?

Mark

Cento e noventa pontos de atendimento em cento e cinquenta municípios parece muito descentralizado.

Mimi

É. A ideia é que ninguém precise viajar longe para tirar o documento. Esses pontos também oferecem outros serviços públicos digitais, não é só CIN.

Luke

Mas como está a distribuição? Tem município pequeno com ponto de atendimento? Ou os cento e noventa pontos estão concentrados nas cidades maiores? E qual é o tempo médio de espera em cada unidade?

  • A exigência de certidões atualizadas excluía silenciosamente quem não tinha tempo, dinheiro ou acesso a cartórios para renovar documentos antigos.
  • O Piauí responde com uma resolução que aceita certidões de qualquer data — dez, vinte ou trinta anos — desde que legíveis e autenticadas, eliminando um obstáculo real.
  • Com 190 pontos de atendimento espalhados por 150 municípios, o estado descentraliza o acesso e reduz a necessidade de deslocamento até grandes centros.
  • O Piauí já lidera a emissão da CIN no Brasil e mira universalizar o documento digital para cem por cento da população estadual até 2026.
  • A primeira via é gratuita, válida no Mercosul e pode reunir em um único documento digital a carteira de trabalho, título de eleitor, cartão do SUS e outros registros essenciais.

No Piauí, uma resolução do governador Rafael Fonteles derrubou uma exigência silenciosa que mantinha muitos cidadãos à margem da identidade digital: a obrigatoriedade de certidões atualizadas. A partir de setembro de 2025, documentos antigos — desde que legíveis e autenticados — passam a ser suficientes para emitir a Carteira de Identidade Nacional, um documento que unifica dados, amplia direitos e abre portas para serviços públicos em todo o país. É um gesto pequeno na burocracia, mas significativo na vida de quem vive longe dos cartórios e das capitais.

O Piauí deu um passo concreto para aproximar a identidade digital de quem mais enfrenta obstáculos burocráticos. Desde 16 de setembro de 2025, por resolução do governador Rafael Fonteles, cidadãos não precisam mais apresentar certidões de nascimento ou casamento atualizadas para solicitar a nova Carteira de Identidade Nacional — a CIN. Qualquer certidão legível, sem rasuras e autenticada serve, independentemente do ano em que foi emitida.

A CIN substitui o RG tradicional e usa o CPF como identificador único, integrando dados em nível nacional e funcionando como chave de acesso a serviços públicos em todo o território brasileiro e nos países do Mercosul. A primeira via é gratuita, assim como a troca do antigo RG pelo novo. O documento pode ainda reunir informações adicionais — carteira de trabalho, título de eleitor, tipo sanguíneo, cartão do SUS e laudo médico para pessoas com deficiência.

Para viabilizar a meta de universalizar o documento até 2026, o estado montou uma rede de 190 pontos de atendimento do Instituto de Cidadania Digital Felix Pacheco em 150 municípios. Essas unidades descentralizadas funcionam como portas de entrada para políticas públicas, reduzindo a necessidade de deslocamento até a capital. O secretário de Segurança, Chico Lucas, destacou que ninguém deve ficar de fora do processo de digitalização.

A flexibilização reconhece uma realidade prática: atualizar certidões custa tempo e dinheiro, e nem todos têm acesso fácil a cartórios. Ao remover essa exigência, o Piauí — que já lidera a emissão da CIN no Brasil — transforma uma mudança administrativa em um ato de inclusão.

O Piauí removeu uma barreira significativa para quem precisa tirar a nova Carteira de Identidade Nacional. A partir de terça-feira, 16 de setembro, cidadãos não precisam mais apresentar certidões de nascimento ou casamento atualizadas para solicitar o documento digital. Qualquer certidão que esteja legível, sem rasuras, autenticada e em bom estado de conservação serve — não importa se tem dez, vinte ou trinta anos. A mudança veio por resolução do governador Rafael Fonteles e representa um passo direto para simplificar o acesso a um documento que funciona como chave para diversos serviços e direitos.

A Carteira de Identidade Nacional, conhecida como CIN, é um documento digital que centraliza as principais informações sobre a vida do cidadão em um único lugar. Diferentemente do RG tradicional, ela usa o CPF como identificador único, promovendo segurança e integração de dados em nível nacional. O Piauí já lidera o país na emissão deste documento, e a nova flexibilização dos requisitos faz parte de uma estratégia mais ambiciosa: garantir que cem por cento da população estadual esteja com o RG digital até 2026.

Para tornar isso possível, o estado distribuiu cento e noventa pontos de atendimento do Instituto de Cidadania Digital Felix Pacheco em cento e cinquenta municípios. Essas unidades funcionam como centros descentralizados de serviços públicos, com foco em inclusão social e redução da burocracia. Elas não existem apenas para emitir documentos — são portas de entrada para políticas públicas que chegam a todas as regiões do estado. O secretário de Segurança, Chico Lucas, enfatizou que a medida busca assegurar que ninguém fique de fora do processo de digitalização.

O documento é aceito em todo o território nacional e nos países do Mercosul, funcionando como identificação válida para a maioria dos fins civis e administrativos. A primeira via é totalmente gratuita, assim como a substituição do antigo RG pelo novo. Quem quiser solicitar a CIN precisa levar uma certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência e CPF. O estado permite também a inclusão de documentos adicionais no mesmo documento digital — carteira de trabalho, título de eleitor, tipo sanguíneo, certificado de reservista, cartão do SUS e laudo médico para pessoas com deficiência podem estar todos ali, integrados.

A decisão de flexibilizar o requisito das certidões atualizadas reconhece uma realidade prática: nem todos têm acesso fácil a cartórios, e atualizar documentos custa tempo e dinheiro. Ao aceitar certidões antigas, desde que legíveis e autenticadas, o estado remove um obstáculo real que mantinha pessoas longe da documentação digital. Para quem vive longe dos centros urbanos ou tem dificuldade de se deslocar, a rede de cento e noventa pontos espalhados por cento e cinquenta municípios também muda o jogo — não é mais necessário viajar para a capital ou para cidades grandes. O objetivo declarado é claro: até 2026, ninguém no Piauí deve estar sem a nova carteira de identidade.

Qualquer certidão, desde que esteja legível, sem rasura, autenticada e em bom estado de conservação, pode ser utilizada para a emissão da CIN, independentemente do prazo
— Chico Lucas, secretário de Segurança do Piauí
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