Em meio ao delicado equilíbrio entre saúde, liberdade e responsabilidade política, a Procuradoria-Geral da República reconheceu que Jair Bolsonaro transgrediu as condições de sua prisão domiciliar ao usar uma carta ao filho Flávio como instrumento de campanha eleitoral. Ainda assim, o procurador-geral Paulo Gonet defendeu que devolvê-lo imediatamente a um presídio seria uma resposta desproporcional às razões médicas que sustentam o benefício. O caso coloca o Supremo Tribunal Federal diante de uma questão que vai além do direito penal: como se contém a influência política de um ex-presidente qu