No Brasil, a Polícia Federal desarticulou uma organização criminosa que, operando à margem das leis alfandegárias, movimentou R$ 60 milhões com a importação ilegal de telefones celulares. A apreensão de 346 aparelhos revela não um desvio isolado, mas a anatomia de um negócio estruturado — com financiadores, operadores e distribuidores — que prospera nas lacunas do sistema de controle de importações. O caso nos lembra que o contrabando não é apenas uma transgressão fiscal: é uma sombra paralela da economia formal, com custos invisíveis para o Estado, para o consumidor e para a integridade das i