No cruzamento entre o poder financeiro e a confiança pública, a Polícia Federal aponta Augusto Lima, ex-sócio do banco Master, como arquiteto de um esquema que teria injetado R$ 12,2 bilhões em créditos fraudulentos no BRB, banco do governo do Distrito Federal. A investigação sugere que o prejuízo estimado em R$ 5 bilhões recai, em última instância, sobre os servidores e cidadãos que dependem dessa instituição pública. Como em tantos casos que envolvem a fronteira entre o capital privado e o erário, o que está em julgamento não é apenas a conduta de um homem, mas a integridade dos mecanismos q
PF atribui a Lima criação de créditos falsos repassados ao BRB pelo Master
Prejuízo de pelo menos R$ 5 bilhões ao banco público BRB afeta recursos destinados ao governo do Distrito Federal e seus servidores.