O petróleo venezuelano, recurso que sempre carregou o peso das ambições nacionais e das dependências externas, tornou-se em 2026 o epicentro de uma disputa silenciosa mas profunda entre Washington e Pequim. A administração Trump anunciou acordos que reposicionam os interesses americanos na Venezuela, ameaçando quinze anos de investimentos e créditos chineses atados ao fornecimento de óleo. No centro dessa geometria de poder emerge Alejandro Betancourt, oligarca cujas conexões levantam perguntas sobre soberania, transparência e quem verdadeiramente decide o destino dos recursos de uma nação fra