Em uma segunda-feira marcada pela convergência de forças geopolíticas e monetárias, os mercados globais responderam ao ataque americano a lançadores iranianos no Estreito de Ormuz com uma alta de 2% no petróleo, enquanto o dólar se fortalecia diante de sinais do Federal Reserve de que o ciclo de aperto monetário ainda não chegou ao fim. São dois vetores distintos — a fragilidade das rotas de energia e a disciplina dos bancos centrais — que, ao se encontrarem, lembram ao mundo como a estabilidade econômica é construída sobre fundações sempre sujeitas a tremores.