Nos mercados globais desta segunda-feira, o petróleo Brent cruzou brevemente a fronteira simbólica dos US$ 100 o barril, recuando 3,40% em meio a sinais de que a oferta mundial se reorganiza após semanas de perturbação. A Saudi Aramco retomou embarques em larga escala, o Estreito de Ormuz registrou seu maior fluxo em seis meses e a diplomacia entre Washington e Teerã projetou uma sombra de esperança sobre os mercados. É o momento em que a geopolítica e a logística se encontram, lembrando que o preço do petróleo é, antes de tudo, uma medida da confiança humana no amanhã.