Num fim de ano que a Petrobras atravessa com o peso de seus setenta anos, seu diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Carlos Travassos, sugeriu no Rio de Janeiro que a produção de petróleo de 2023 pode ultrapassar a meta, ainda que por uma margem estreita. Ele fez questão de dizer que o resultado não nasce de nenhuma manobra, mas do ritmo natural das operações, posicionado no topo da faixa prevista. Num momento em que a companhia celebra sete décadas de história, a notícia pesa menos pelo número em si do que pelo sentido de se chegar ao fim do ciclo com a promessa cumprida.
Petrobras pode superar meta de produção de petróleo em 2023, diz diretor
Não houve uma estratégia de aceleração, o que há é uma consequência do negócio
Qual é a notícia, afinal?
Um diretor da Petrobras, Carlos Travassos, disse que a produção de petróleo de 2023 pode superar de leve a meta da empresa.
Por que ele destacou os 70 anos?
Porque, para ele, passar da meta no ano do aniversário da companhia seria importante e simbólico.
Mas é uma possibilidade, não um fato consumado. Ele disse "pode".
Sim. Ele afirma que a empresa já está no limite superior da faixa prevista, mas o resultado final só sai no balanço.
E ele negou ter acelerado a produção?
Disse que não houve estratégia de aceleração, que é consequência do negócio.
Isso é a versão do próprio executivo. A reportagem não traz dados independentes para confirmar.
Há números?
Nenhum. Nem a meta nem o volume atual aparecem no texto, então não dá para medir o tamanho da folga além do adjetivo "marginal".
Por isso vale esperar o balanço do ano.
Il Polso
- A Petrobras pode fechar 2023 acima da meta de produção de petróleo, mas por uma folga mínima.
- O desempenho já encosta no teto da faixa prevista, sem qualquer aceleração forçada.
- O diretor Carlos Travassos insiste que o resultado é consequência normal do negócio, não de manobra.
- A conquista ganha peso simbólico na véspera dos 70 anos da estatal, à espera do balanço final do ano.
Num fim de ano que a Petrobras atravessa com o peso de seus setenta anos, seu diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação, Carlos Travassos, sugeriu no Rio de Janeiro que a produção de petróleo de 2023 pode ultrapassar a meta, ainda que por uma margem estreita. Ele fez questão de dizer que o resultado não nasce de nenhuma manobra, mas do ritmo natural das operações, posicionado no topo da faixa prevista. Num momento em que a companhia celebra sete décadas de história, a notícia pesa menos pelo número em si do que pelo sentido de se chegar ao fim do ciclo com a promessa cumprida.
Numa quarta-feira, no Rio de Janeiro, o diretor de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, conversou com jornalistas sobre a produção de petróleo de 2023. Segundo ele, a estatal pode superar a meta traçada para o ano, ainda que de forma marginal.
Para o executivo, cruzar a linha da meta seria importante e simbólico, justamente porque coincide com os 70 anos da companhia. Ele explicou que a operação já está no limite superior da faixa prevista, a parte mais alta de uma banda de variação que a empresa considera ao projetar seus volumes.
Travassos também fez questão de afastar qualquer suspeita de artifício. Não houve estratégia de aceleração, disse, e o bom resultado seria apenas o andamento normal das operações. A reportagem não traz os números exatos da meta nem o volume atual, e a palavra "marginal" sugere uma vantagem pequena. Resta aguardar o balanço final do ano para saber se a Petrobras, de fato, fechará 2023 acima do previsto, no ano em que completa sete décadas.
Numa quarta-feira, em um evento no Rio de Janeiro, o diretor-executivo de Engenharia, Tecnologia e Inovação da Petrobras, Carlos Travassos, falou a jornalistas sobre um número que a companhia acompanha de perto: a produção de petróleo de 2023. Segundo ele, a estatal pode superar, ainda que de forma marginal, a meta que traçou para o ano.
A declaração foi reportada pela Reuters e republicada pelo InfoMoney em 1º de novembro de 2023. O contexto, lembrado pelo próprio executivo, é simbólico: a Petrobras completa 70 anos em 2023. Para Travassos, fechar o ano com produção acima da meta seria "importante e simbólico" justamente por coincidir com esse aniversário.
Travassos explicou que o desempenho operacional da empresa já se encontra no limite superior da faixa prevista para o ano. Ao projetar a produção, disse, a companhia trabalha com uma margem de variação. Na descrição dele, a Petrobras está no limite do "range" positivo, na parte mais alta da banda.
O diretor fez questão de afastar a ideia de que haja uma manobra por trás do resultado. De acordo com ele, não houve estratégia de aceleração da produção; o que existe é, nas palavras dele, uma consequência do negócio. Ou seja, o bom desempenho seria fruto do andamento normal das operações, e não de um esforço especial para bater a meta.
O texto original não traz os números da meta nem o volume atual de produção, e Travassos falou em superação "marginal", o que sugere uma folga pequena. Também não há, na reportagem, projeção detalhada para os meses restantes do ano.
O que fica a observar é o balanço final de 2023. Será ele a confirmar se a Petrobras de fato terminará o ano acima da meta, no ano em que completa sete décadas.
Citazioni salienti
Superar a meta em 2023 seria importante e simbólico no ano em que a empresa completa 70 anos.— Carlos Travassos, diretor-executivo da Petrobras
Não houve uma estratégia de aceleração, o que há é uma consequência do negócio.— Carlos Travassos, diretor-executivo da Petrobras