Em setembro de 2026, a Petrobras encerrou um desconto concedido às distribuidoras e elevou o preço da gasolina em R$ 0,63, movimento que, isolado, poderia pressionar o bolso do consumidor. O governo federal, porém, respondeu com a ampliação de subsídios — quase R$ 7 bilhões em créditos para combustíveis e agricultura familiar — criando um amortecedor que mantém o preço na bomba estável. O episódio ilumina uma tensão permanente na economia brasileira: a necessidade de a estatal equilibrar suas finanças enquanto o Estado protege o poder de compra da população, equação cujo custo recai, em última
Petrobras eleva preço da gasolina para distribuidoras sem impacto no preço final
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