A cada trimestre, o mercado de capitais funciona como um espelho da economia real: reflete não apenas números, mas as apostas coletivas sobre o futuro. No segundo trimestre de 2026, analistas projetam um avanço de 38% nos lucros das empresas brasileiras, com Petrobras, Bradesco e Nubank entre os que devem colher os frutos de execução sólida e condições favoráveis — enquanto Banco do Brasil, JBS e Natura navegam contra ventos de custos, demanda e transições internas. O resultado dessa temporada de balanços não é apenas um retrato do passado recente, mas um mapa de onde o capital tende a fluir n