Em setembro de 2026, o conselho da Petrobras aprovou a adesão a um subsídio de R$ 1 por litro de diesel, elevando o total de subvenções econômicas da estatal a R$ 9,9 bilhões. A decisão revela a tensão permanente entre a viabilidade financeira de uma empresa pública e as pressões políticas por combustíveis acessíveis — um dilema que sociedades inteiras enfrentam quando o Estado assume o papel de amortecedor entre o mercado e o cidadão. O debate agora migra para o Congresso, onde 37 emendas à medida provisória sinalizam que o consenso ainda está longe.