A menos de semanas do primeiro turno, três institutos de pesquisa convergem para um mesmo retrato: o Brasil caminha para um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, com o presidente mantendo a liderança, mas vendo sua margem estreitar-se diante do avanço do senador bolsonarista. O que os números revelam não é uma virada, mas um movimento — e movimentos, na reta final de uma campanha, têm o poder de reescrever destinos. A disputa que parecia previsível começa a exigir de todos os lados uma atenção que só se reserva ao imprevisível.