Na cidade de Piracicaba, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz tece, entre laboratórios e campos experimentais, uma resposta coletiva a um dilema que é também o do Brasil: como alimentar o mundo sem destruir o chão que nos sustenta. Suas pesquisas — sobre saúde do solo, previsão climática e recuperação florestal na Amazônia — só ganham sentido pleno quando cruzam os muros da universidade e chegam às mãos de quem planta. É nessa travessia entre o saber e o fazer que o agronegócio brasileiro aposta parte do seu futuro.