O pensamento humano, em toda a sua agilidade, pode ter uma base mais física do que se supunha: pesquisadores do MIT propõem que o córtex cerebral funciona como um palco espacial, onde ondas alfa e beta organizam grupos temporários de neurônios para cada tarefa sem jamais reconstruir os circuitos subjacentes. Essa ideia, chamada de computação espacial, foi observada em animais durante tarefas de memória e categorização, revelando que a localização da atividade neural importa tanto quanto sua intensidade. Se confirmada em humanos, a teoria não apenas explicaria nossa flexibilidade cognitiva coti