Há uma tensão fundamental nos sistemas de inteligência artificial contemporâneos: eles falam com a mesma convicção quando inventam e quando informam. Pesquisadores da Skoltech e do Sberbank desenvolveram o TOHA, uma técnica que examina as estruturas internas dos modelos de linguagem para distinguir o que foi gerado com respaldo do que foi simplesmente fabricado. A solução chega num momento em que setores como o bancário, o jurídico e o de seguros buscam formas de confiar em sistemas que, por ora, ainda mentem com elegância.