Na fronteira entre a imagem médica e o destino clínico, pesquisadores da Unicamp encontraram no próprio corpo do paciente uma linguagem que o estadiamento tradicional do câncer de estômago ainda não sabia ler. Combinando dados de gordura visceral e massa muscular extraídos de tomografias de rotina, desenvolveram um marcador capaz de distinguir, entre pacientes aparentemente semelhantes, aqueles que viverão meses daqueles que viverão anos. É um lembrete de que o prognóstico não reside apenas no tumor, mas no organismo inteiro que o carrega.
Pesquisadores da Unicamp identificam marcador para prever evolução do câncer de estômago
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Bias & Framing
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Economic Lens
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