No limiar entre o cômico e o rigoroso, um grupo de cientistas brasileiros passou anos pisando levemente em jararacas para decifrar os gatilhos do ataque ofídico — uma pergunta com consequências reais num país onde serpentes ferem e matam. O estudo foi retratado por uma revista científica por razões éticas e burocráticas, mas o trabalho rendeu a seus autores o Ig Nobel de Biologia de 2026, entregue em Zurique, consagrando uma pesquisa que faz rir antes de fazer pensar. O pesquisador principal saiu do projeto com quatro picadas no corpo e a convicção de que os dados eram sólidos — mesmo que o ar
Pesquisador brasileiro ganha Ig Nobel por estudar picadas de serpentes pisando nelas
Pesquisador foi picado quatro vezes por serpentes durante a pesquisa, sofrendo reação alérgica ao veneno e ao soro antiofídico.