Em um país ainda profundamente dividido, uma pesquisa da Veritá revela que Flávio Bolsonaro e Lula chegam ao outono de 2026 separados por apenas meio ponto percentual nas intenções de voto — uma diferença que a margem de erro dissolve em incerteza. O retrato estatístico não aponta um vencedor, mas confirma que o Brasil caminha para uma disputa presidencial onde cada eleitor indeciso carrega peso histórico. Cury, com 12,2%, representa uma terceira força que pode, num eventual segundo turno, inclinar a balança de maneiras ainda imprevisíveis.