Há 25 mil anos, muito antes das primeiras cidades ou escritas, seres humanos já buscavam alterar sua consciência por meio de substâncias psicoativas — uma descoberta arqueológica que recua profundamente a linha do tempo dessa prática e nos convida a repensar o que consideramos essencial à experiência humana. O estudo sugere que essa busca por estados alterados não é uma anomalia moderna, mas um fio que atravessa toda a história da nossa espécie, entrelaçado com ritual, conhecimento e vida comunitária desde o Paleolítico Superior.