Em setembro de 2026, o Rio de Janeiro observa sua corrida eleitoral tomar forma com a clareza que os números costumam oferecer: Eduardo Paes lidera com 39% das intenções de voto, enquanto a oposição permanece dispersa entre Ruas, com 18%, e Garotinho, com 8%. A pesquisa Quaest revela não apenas uma vantagem numérica, mas uma estrutura política em que o favorito já se consolidou — embora o campo ainda respire e se mova. A presença de Garotinho, curiosamente, parece introduzir uma fricção sutil na trajetória de Paes, lembrando que liderança e vitória são estações diferentes de uma mesma jornada.