Pesquisa Quaest: Paes lidera com 51% e pode vencer no primeiro turno

Com 51% dos votos válidos, Paes pode vencer já no primeiro turno
Pesquisa Quaest divulgada na véspera da eleição mostra ex-prefeito com vantagem de 8 pontos sobre Douglas Ruas.
Mark

Então Paes estava em 35% há duas semanas e agora está em 51%? Isso é um salto enorme em pouco tempo. O que explica uma mudança assim?

Mimi

A pesquisa mostra o movimento, mas não explica as causas. Pode ter sido cobertura de campanha, eventos que ganharam tração, ou mudanças na forma como os eleitores estavam se posicionando conforme a votação se aproximava.

Luke

Importante notar que essa é uma única pesquisa, divulgada na véspera da votação. Não temos outras instituições de pesquisa para comparar esse número de 51%. E a margem de erro é de 2 pontos — então tecnicamente Paes poderia estar entre 49% e 53%.

Mark

Mas se ele está em 51%, ele vence no primeiro turno, certo? Mais de 50% dos votos válidos e pronto?

Mimi

Exatamente. A lei é clara: mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno encerra a disputa. Se não chegar lá, vai para segundo turno em 25 de outubro.

Luke

Mas lembre-se: pesquisa não é resultado. Paes poderia estar em 49% e não vencer no primeiro turno. Ou estar em 53% e vencer confortavelmente. A pesquisa é um indicador, não uma previsão.

Mark

E quanto a Ruas? Ele tem alguma chance de virada?

Mimi

Na simulação de segundo turno, Paes tem 45% contra 33% de Ruas. Mas isso é um cenário hipotético. O que importa agora é se Paes consegue os 50% no domingo.

Luke

E há 11% de indecisos ainda. Eles podem mudar o resultado. Além disso, a pesquisa foi feita com 3.204 pessoas — uma amostra razoável, mas não é toda a população.

Mark

Então basicamente, a pesquisa diz que Paes está à frente, mas o resultado real só sai domingo?

Mimi

Isso. A pesquisa é um sinal forte, mas a votação é o que conta.

  • Com 51% dos votos válidos contra 43% de Douglas Ruas, Paes está na fronteira exata que separa uma vitória no primeiro turno de uma disputa prolongada até 25 de outubro.
  • O salto de 16 pontos porcentuais em favor de Paes em menos de duas semanas indica uma virada brusca no humor do eleitorado nos dias finais da campanha.
  • A margem de erro de 2 pontos porcentuais mantém viva a incerteza: se Paes cair abaixo dos 50%, o estado retorna às urnas em um segundo turno que ele também lideraria, com 45% contra 33% de Ruas.
  • A disputa pelo Senado segue mais aberta, com Carlos Jordy (PL) à frente com 17%, mas Portinho (PL) e Benedita da Silva (PT) colados com 16%, tornando o resultado senatorial imprevisível.
  • As urnas abrem neste domingo, 4 de outubro, e o resultado desta noite dirá se o Rio de Janeiro terá um governador eleito já no primeiro turno ou se a decisão será adiada por mais três semanas.

Na véspera de uma eleição, os números de uma pesquisa raramente são apenas números — são o espelho de uma campanha inteira condensada em percentuais. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes chegou ao último sábado antes do primeiro turno com 51% dos votos válidos, segundo levantamento Quaest, apontando para uma possível vitória já neste domingo, 4 de outubro, sem necessidade de segundo confronto. A trajetória ascendente do ex-prefeito, que saltou de 35% para 51% em pouco mais de uma semana, sugere que as últimas horas da campanha consolidaram uma inclinação do eleitorado fluminense que vinha se desenhando nos dias finais.

Na véspera do primeiro turno, a pesquisa Quaest pintou um quadro favorável a Eduardo Paes na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Com 51% dos votos válidos, o ex-prefeito pelo PSD aparecia 8 pontos à frente de Douglas Ruas, deputado estadual pelo PL, que marcava 43%. Se os números se confirmassem nas urnas deste domingo, 4 de outubro, Paes encerraria a disputa sem precisar de um segundo turno — basta ultrapassar a marca de 50% dos votos válidos para vencer de imediato.

O dado mais revelador não era a liderança em si, mas a velocidade com que ela se construiu. Duas semanas antes, o mesmo instituto registrava Paes com 35% e Ruas com 26%. O salto de 16 pontos porcentuais em favor do candidato do PSD em pouco mais de uma semana refletiu dinâmicas que moldaram os dias finais da campanha de maneira intensa.

O instituto também simulou um eventual segundo turno entre os dois. Nesse cenário, Paes mantinha a liderança com 45% contra 33% de Ruas, com 11% de indecisos e 11% de brancos e nulos — ambos os índices menores do que na rodada anterior, sinalizando um eleitorado progressivamente mais definido.

Na disputa pelo Senado, o quadro era mais incerto. Carlos Jordy, do PL, liderava com 17%, mas Carlos Portinho, também do PL, e Benedita da Silva, do PT, apareciam colados com 16% cada, deixando as duas vagas em aberto.

O levantamento ouviu 3.204 eleitores fluminenses entre 2 e 3 de outubro, com margem de erro de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de 95%, registrado no TSE sob o protocolo RJ-03032/2026. Se os números resistissem às urnas, Paes teria uma noite de celebração antecipada. Caso contrário, o Rio voltaria a votar em 25 de outubro.

Na véspera da votação, uma pesquisa Quaest divulgada no sábado mostrou Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro pelo PSD, com uma vantagem considerável na disputa pelo governo estadual. Com 51% dos votos válidos, Paes aparecia 8 pontos porcentuais à frente de Douglas Ruas, deputado estadual pelo PL, que registrava 43%. O resultado, se confirmado nas urnas neste domingo, 4 de outubro, permitiria ao ex-prefeito vencer já no primeiro turno, sem necessidade de um segundo confronto.

O levantamento marca uma trajetória ascendente para Paes. Duas semanas antes, em 29 de setembro, o mesmo instituto o havia registrado com 35% das intenções de voto, enquanto Ruas estava em 26%. A mudança de 16 pontos porcentuais em favor do candidato do PSD em pouco mais de uma semana reflete dinâmicas que moldaram a campanha nos dias finais antes da votação.

Para compreender o que significa essa margem, é importante notar que a pesquisa trabalha com votos válidos — aqueles que efetivamente contam para o resultado eleitoral, excluindo brancos, nulos e abstenções. Pela legislação eleitoral, qualquer candidato que ultrapassar 50% nessa métrica vence imediatamente. Caso nenhum alcance esse patamar, os dois mais votados retornam para um segundo turno marcado para 25 de outubro.

O instituto também testou um cenário de segundo turno entre Paes e Ruas. Nessa simulação, o ex-prefeito mantinha sua liderança com 45% das intenções de voto, enquanto Ruas chegava a 33%. Uma semana antes, Paes tinha 43% nesse mesmo teste, indicando movimento em sua direção. Os eleitores indecisos somavam 11% — redução em relação aos 9% da rodada anterior — e brancos e nulos representavam 11%, queda em relação aos 15% de antes.

A pesquisa também sondou as preferências para as duas vagas do Rio de Janeiro no Senado Federal. Carlos Jordy, do PL, liderava com 17%, seguido por Carlos Portinho, também do PL, e Benedita da Silva, do PT, ambos com 16%. Essa disputa, porém, seguia mais aberta que a corrida estadual.

O levantamento ouviu 3.204 eleitores fluminenses entre 2 e 3 de outubro. A margem de erro foi estabelecida em 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo RJ-03032/2026, cumprindo os requisitos legais para divulgação em período eleitoral.

Com a votação marcada para o domingo seguinte, a pesquisa oferecia um retrato do eleitorado fluminense na reta final da campanha. Se os números se confirmassem, Paes teria uma noite de celebração já no primeiro turno, encerrando a disputa sem necessidade de volta ao segundo turno. Se não, o estado retornaria às urnas em 25 de outubro para definir seu próximo governador.

Para vencer a disputa já nesta etapa, um candidato precisa obter mais de 50% dos votos válidos
— Critério eleitoral para vitória no primeiro turno
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